Vocês já perceberam a quantidade de filmes inspirados e baseados em livros que foram lançados nos últimos anos? Parece uma nova mania entre os diretores de cinema, apostar no sucesso de um livro nos cinemas. Entretanto, algumas histórias perdem muito a credibilidade e a emoção quando transpostas para o cinema. Outras, se tornam ainda mais encantadoras e reais, com o auxílio do audiovisual. Como exemplo de transposições que deixaram a desejar, posso citar "O caçador de pipas", de Khaled Hosseini. O romancista afegão faturou milhões com esse livro, seu primeiro publicado. É a história de dois amigos, um deles, filho de um grande empresário. O outro, filho do caseiro que trabalha para esse empresário. Honestidade, lealdade e amor são postos à prova do menino mais rico. O mais pobre, sobre abusos físicos e sexuais, é menosprezado e ainda assim uma ótima pessoa. A história é bem mais bonita do que parece. Triste, mas bela. No cinema, esse drama capaz de fazer você chorar enquanto lê, não foi tão impressionante assim. Apesar da história ter sido fielmente recriada, parece que tudo acontece rápido demais. O que, neste caso, compromete a emoção que o filme deveria passar. Álias, esse é o pecado cometido pelos diretores desses filmes que foram baseados em livros. Histórias de 300, 400 ou 500 páginas devem se reduzir a 90 minutos, geralmente. Outro filme que pecou nesse sentido foi "Anjos e Demônios" de Dan Brown. O autor de "O Código da Vinci" escreveu histórias envolventes e que te fazem prender a atenção (como o "Ponto de Impacto" que estou lendo atualmente). Mas "Anjos e Demônios" no cinema também parece ter "voado", sem que se imprimisse as grandes sensações que deveriam transparecer, como transpareceu para mim pelos livros. Mas, afinal, são as minhas opniões. Alguns filmes baseados em livros são realmente emocionantes, como "O menino do pijama listrado". De qualquer forma, cada um tem uma opinião, achou algo diferente na história do cinema que não tinha ou foi mudada em comparação com o livro, que, para mim, são sempre mais emocionantes e fiéis.domingo, 28 de novembro de 2010
Livros que ganharam imagens
Vocês já perceberam a quantidade de filmes inspirados e baseados em livros que foram lançados nos últimos anos? Parece uma nova mania entre os diretores de cinema, apostar no sucesso de um livro nos cinemas. Entretanto, algumas histórias perdem muito a credibilidade e a emoção quando transpostas para o cinema. Outras, se tornam ainda mais encantadoras e reais, com o auxílio do audiovisual. Como exemplo de transposições que deixaram a desejar, posso citar "O caçador de pipas", de Khaled Hosseini. O romancista afegão faturou milhões com esse livro, seu primeiro publicado. É a história de dois amigos, um deles, filho de um grande empresário. O outro, filho do caseiro que trabalha para esse empresário. Honestidade, lealdade e amor são postos à prova do menino mais rico. O mais pobre, sobre abusos físicos e sexuais, é menosprezado e ainda assim uma ótima pessoa. A história é bem mais bonita do que parece. Triste, mas bela. No cinema, esse drama capaz de fazer você chorar enquanto lê, não foi tão impressionante assim. Apesar da história ter sido fielmente recriada, parece que tudo acontece rápido demais. O que, neste caso, compromete a emoção que o filme deveria passar. Álias, esse é o pecado cometido pelos diretores desses filmes que foram baseados em livros. Histórias de 300, 400 ou 500 páginas devem se reduzir a 90 minutos, geralmente. Outro filme que pecou nesse sentido foi "Anjos e Demônios" de Dan Brown. O autor de "O Código da Vinci" escreveu histórias envolventes e que te fazem prender a atenção (como o "Ponto de Impacto" que estou lendo atualmente). Mas "Anjos e Demônios" no cinema também parece ter "voado", sem que se imprimisse as grandes sensações que deveriam transparecer, como transpareceu para mim pelos livros. Mas, afinal, são as minhas opniões. Alguns filmes baseados em livros são realmente emocionantes, como "O menino do pijama listrado". De qualquer forma, cada um tem uma opinião, achou algo diferente na história do cinema que não tinha ou foi mudada em comparação com o livro, que, para mim, são sempre mais emocionantes e fiéis.
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